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domingo, 8 de abril de 2012

"The Ultimate Coaches' Clinic"

ULTIMATE COACHES CLINIC: DEAN SMITH
"In 2008, Pat Williams, the GM of the Orlando Magic and a tremendous motivational speaker put out a book, "The Ultimate Coaches' Clinic." It is a fascinating book because of the style Pat utilized. He surveyed over 1000 coaches and administrators for insights to what is important to successfully do their job. From time to time I will share a few but it is a great book to own and I highly recommend it. Here are some thoughts from Dean Smith:
1. Building a team takes patience and planning. There are no shortcuts. Repeat drills until good habits are established.
2. Reward unselfish behavior, and profusely praise those acts you want to see repeated.
3. Play hard; play together; play smart.
4. Spell out the importance of team play. One man who fails to do his job unselfishly can undermine the efforts of the four other players on the court. Team goals supersede individual goals. Team success makes each individual stronger."
 in http://hoopthoughts.blogspot.pt/2010/08/ultimate-coaches-clinic-dean-smith.html

domingo, 25 de dezembro de 2011

A arca dos grandes treinadores

Os grandes treinadores, geralmente, caracterizam-se por uma grande generosidade. Regularmente transmitem as suas ideias sobre o jogo e sobre o treino de uma forma bem explícita. Parecem não guardar para si os seus segredos.
Eles têm uma arca de coisas importantes que não se importam de revelar e sabem que é através desse processo colectivo de debate com os outros que o jogo, as equipas e os jogadores evoluem mais depressa.
Penso que não é possível caracterizar um treinador como verdadeiramente grande sem ele ter esta qualidade de abertura e generosidade para com os outros.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

As mensagens de João Oliveira (1)

João Oliveira é, como disse José Ricardo, alguém que "pensa o jogo e pensa bem". De facto quem assistiu à intervenção de João Oliveira viu alguém a defender de forma consequente, tanto na teoria como na prática, uma forma de jogar o jogo: o jogo por leitura.
Seria muito interessante apresentar um documento completo com o que João Oliveira disse e fez trabalhar os jogadores que tinha à sua disposição. Como não é aqui o lugar mais adequado, vamos, apenas dar conta de algumas ideias que foram por ele transmitidas.
Conhecer o contexto: João Oliveira parte do conhecimento profundo que tem do nosso basquetebol e da concorrência com que tem competido. Esse conhecimento foi obtido como participante directo ou como observador, a nível nacional e internacional. Ele acha que não temos jogadores com características adaptadas para jogar de igual para igual com a nossa concorrência, a nível de postes.
Objectivos: daí que ele, a partir do que conhece, preconize para o basquetebol português uma aposta na formação de jogadores exteriores, bases e extremos, sendo o jogo interior praticado deste modo, por jogadores que não são postes. E esse jogo interior, adopta soluções particulares devido ao facto dos seus interpretes não serem postes de formação.
Concepções dicotómicas de treino: usar ou desenvolver jogadores? Ensinar jogadas ou ensinar a jogar? João Oliveira, opta decididamente pela segunda possibilidade das questões. Para ele, chegar a um clube e "montar o esquema", aproveitando o que existe, pode ser a curto-prazo rentável, mas o que acontece é que, quando se sai do sítio onde se treinou, se deixa os jogadores com o que sabiam quando se lá chegou. A ideia de promoção dos saberes dos jogadores é para ele essencial, e para isso, o jogo por leitura, que requer dos jogadores o desenvolvimento da autonomia de decisão e dos poderes de acção, é fundamental.
Hoje ficamos por aqui. Muito mais há para dizer noutra mensagem.

sábado, 10 de dezembro de 2011

1.º Clinic do Bolacesto

Neste sábado, os treinadores presentes no 1.º Clínic do Grupo Desportivo Bolacesto, clube onde colaboro, tiveram a oportunidade de presenciarem duas excelentes intervenções de dois treinadores portugueses: João Oliveira, coordenador do Vasco da Gama e José Ricardo, coordenador do Barcelos. Embora com conteúdos e estilos diferenciados, ambos deram um óptimo contributo para a reflexão acerca do tipo de basquetebol adaptado aos jogadores portugueses e da forma como os treinar. Em próximas mensagens irei expor algumas das coisas que foram transmitidas e que mais me tocaram.